ETERNIT ENCOMENDA ESTUDO INÉDITO DAS TELHAS DE FIBROCIMENTO

ETERNIT –  Pela primeira vez em sua história de 86 anos, a Eternit (ETER3), companhia focada no setor de materiais de construção e líder de mercado no segmento de coberturas, encomendou estudos para medir a capacidade de absorção de CO2 de telhas de fibrocimento e as emissões do gás produzidas pelas suas fábricas. Em colaboração com a Universidade de São Paulo (USP), o primeiro estudo identificou que o volume de telhas comercializadas em 2024 proporcionou o sequestro de 127.957 toneladas de CO2 (1 ano de exposição). O segundo trabalho, realizado pela R. Roche & Associados, revelou que, em 2024, foram emitidas 4.696 toneladas de CO2 pelas 6 fábricas de fibrocimento da Companhia. A partir dos dois materiais, a equipe de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia concluiu sobre o potencial significativo que as telhas de fibrocimento têm no processo de descarbonização.

O Núcleo de Pesquisa em Materiais para Biossistemas & Laboratório de Construções e Ambiência FZEA/USP contemplou a medição do grau de “carbonatação”, nome dado ao fenômeno de absorção do CO2 da atmosfera, das telhas de fibrocimento ao longo do tempo quando submetidas às intempéries naturais. “O estudo revela o potencial do fibrocimento em contribuir para uma rápida absorção de CO2 ambiental e diminuir a pegada antropogênica, que pode ser considerado muito relevante para a engenharia civil” afirma o Prof. Holmer Savastano Júnior.

“A construção civil como conhecemos está em processo profundo de transição e este marco coloca a Eternit em linha com as políticas pró meio ambiente mais atuais no cenário global. O futuro sustentável traz métodos limpos, ágeis e eficientes nos diversos níveis da cadeia produtiva”, afirma Rodrigo Inácio, presidente da Eternit, que fabrica mais de 680 mil toneladas de fibrocimento por ano, utilizados tanto na fabricação de telhas onduladas quanto de painéis e placas cimentícias para construções industrializadas.

Fibrocimento como motor da neutralização

 Foi a primeira vez que o grupo de pesquisa da USP, referência no Brasil para trabalhos com fibrocimento, colheu dados públicos sobre o grau de carbonatação natural e volume que as telhas fabricadas pela Eternit sequestram de CO2 da atmosfera.

Reconhecidamente, o cimento é um dos grandes responsáveis pelas emissões de CO2, porém o fibrocimento possui alta capacidade de carbonatar naturalmente e sequestrar o gás carbônico do ambiente. Essa reação química de carbonatação, contribui com a redução da permeabilidade, maior estabilidade dimensional e aumento da resistência mecânica, o que leva a melhores indicadores de ecoeficiência do produto. “Iniciativas como esta que geram valor para a companhia e para a sociedade estão constantemente no radar da empresa”, explica Paulo Eduardo Kunitz, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento, responsável da Eternit na condução do estudo.