O CHARME DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS APARENTES

TRAMONTINA ­– A necessidade de ampliar pontos elétricos sem recorrer a obras estruturais tem crescido em residências, comércios e escritórios, impulsionada pelo aumento do uso de equipamentos eletrônicos e pelas mudanças frequentes nos ambientes. Em modelos tradicionais, a modernização da infraestrutura elétrica costuma exigir quebra de paredes, passagem de novos conduítes e instalação de caixas embutidas, processo que eleva custos, tempo de obra e geração de resíduos.

Como alternativa, o uso de instalações aparentes com sistemas modulares tem se consolidado em projetos de reforma e retrofit. Entre as soluções aplicadas nesse tipo de instalação estão os conduletes de alumínio equipados com tampas de três postos. O sistema modular permite que um único ponto de derivação reúna diferentes funções elétricas, como tomadas e interruptores, ampliando as possibilidades de conexão sem necessidade de novas tubulações.

A configuração modular também impacta diretamente a manutenção das instalações. Em caso de defeitos ou necessidade de adaptação técnica, como a substituição de uma tomada comum por uma de maior capacidade, a troca pode ser realizada de forma pontual. “O sistema intercambiável permite substituir ou reorganizar módulos individuais sem necessidade de intervir em toda a estrutura ou descartar o condulete já instalado”, explica André de Lima, Diretor Comercial da Tramontina.

 Segundo a Tramontina, a padronização dos módulos também contribui para simplificar a reposição de componentes e a gestão de materiais em campo. Os módulos utilizados no sistema são compatíveis com diferentes linhas de produtos da marca, permitindo múltiplas configurações de tomadas e interruptores em instalações aparentes.

Segurança elétrica

A otimização das instalações elétricas deve estar associada à segurança e à conformidade técnica. O sistema segue normas como ABNT NBR 15701, relacionada a conduletes, e ABNT NBR 14136, voltada a plugues e tomadas. A padronização dos componentes contribui para reduzir riscos elétricos e facilitar processos de manutenção e adequação das instalações.

“O mercado demanda soluções mais flexíveis para acompanhar mudanças de layout e expansão da infraestrutura elétrica, mas essa adaptação precisa estar associada à execução profissional e ao cumprimento das normas técnicas para garantir a segurança dos usuários”, destaca Lima.